Deborah Blando

Próprias Mentiras

Deborah Blando

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Tom: A        

               A  A7
cuide do seu nariz
             A    A7
você fala demais
              G
não fui quem pedi
         D               Dm
se o teu conselho fosse bom tu vendia
                A   A7
eu não quero ouvir
                   A   A7
onde foi que eu errei
                       G
não foi assim que eu quis
  D                Dm                 A
infelizmente é com você que eu me espelhei
 
        G
eie, cadê?
D                   Dm
me devolve a inoscência que atirei
      A         A7            A
no quintal lá fora plantei teu medo
         G
eheh, fui eu
       D            Dm 
quem ficou na casa vazia
     A                 A7       A
você deixou suas tralhas agora tira
              G
mais fácil julgar
                   D 
do que ter que olhar
Dm                 A   A7   A
pras próprias mentiras... (ee)
           G
mas agora chega
               D
não sou ovelha negra
Dm              A    A7   A    A7
nem qualquer menina

                           A  A7
me diz pra quê que eu vou ser
                  A    A7
o que esperas de mim
               G
eu não sou sua mãe
         D               Dm
não te carreguei na minha barriga
                 A   A7
agora preste atenção
               A   A7
minha vez de falar
                 G
aprendi a dizer não... (não)
D              Dm             A
já chegou a hora de eu me libertar
         G
eie, não dá!
D                   Dm
esse papo de faça como eu
      A         A7              A
sempre digo nunca faça o que eu faço
        G
eheh, doeu
       D              Dm 
teu olhar roubou o que era meu
     A                 A7       A
tuas palavras ecoam no meu destino
              G
mais fácil julgar 
                   D 
do que ter que olhar 
Dm                 A   A7   A
pras próprias mentiras... (eh)
            G
tentar esconder 
                 D
pra não ter que ver
Dm          A    A7   A    A7
onde dói a ferida
 
aaaaaaa...
eeeee...
 
         G
eie, pra quê?
D                  Dm
você me fez acreditar 
      A           A7              A
que eu era a princesinha do teu castelo
          G
eheh, não dá
       D              Dm 
pra esperar de um homem que não cresceu
     A                 A7       A
pois alguém também te feriu de jeito
               G    
mais fácil julgar
                  D 
do que ter que olhar
Dm                 A   A7   A
pras próprias mentiras... (hei)
            G
mas agora chega
                 D
não sou ovelha negra
Dm                      A    A7   A    A7
nem qualquer menina da vida, da vida... (não)
              G      
mais fácil julgar
          D 
que acreditar
Dm                 A   A7   A
nas próprias mentiras
            G
tentar esconder
                 D
pra não ter que ver
Dm                     A    A7   A    A7
onde dói a ferida da vida, da vida... (eh)
 (D G A A7)
tchurururu
tchurururu....
não sou qualquer menina da vida


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